Verificação das pressões respiratórias através da máscara facial e bocal em pneumopatas hospitalizados

Elaine Aurelina Oliveira, Jamili Ambar Torquato

Resumo


Objetivo: Comparar as medidas das pressões respiratórias
através de máscara facial e bocal em pneumopatas hospitalizados.
Método: Trata-se de um estudo transversal
descritivo realizado com 75 pacientes com diagnóstico de
doenças pulmonares internados no setor de Clínica Médica
do Hospital Santa Marcelina no período de abril a outubro
de 2010 de acordo com os critérios de inclusão utilizando o
manovacuômetro para mensuração das pressões inspiratória
e expiratória máximas. Os dados coletados foram submetidos
à análise estatística pelo teste t de Student considerando o
nível de significância ≤ 0,05 e análise em porcentagem pelo
Excel. Resultados: A máscara facial não alterou de forma
significativa (p > 0,05) os valores de pressão inspiratória
máxima quando comparadas com o bocal, sendo a média
na máscara de 58,80 ± 22,36 e no bocal de 62,53 ± 25,68,
porém houve diferença estatisticamente significante na
pressão expiratória máxima (p < 0,05), sendo a média na
máscara 51,07 ±13,51 e no bocal 57,47 ± 17,48. Conclusão:
A medida da pressão inspiratória máxima pode ser realizada
nestes pacientes com máscara facial, sem interferência nos
resultados obtidos, diferentemente da pressão expiratória
máxima que houve diferença estatisticamente significante.
Descritores: Pneumopatias, Pacientes internados, Hospitalização,
Músculos respiratórios, Testes de função respiratória,
Modalidades de fisioterapia.


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