Síndrome do choque tóxico / Toxic shock syndrome

Paula Andrade Alvarez, Marcelo Jenne Mimica

Resumo


Desde sua descrição inicial houve consideráveis avanços no conhecimento sobre a patogênese da síndrome do choque tóxico. A epidemiologia da síndrome também sofreu notáveis mudanças, com a diminuição dos casos relacionados ao uso de tampões menstruais e a disseminação do Staphylococcus aureus resistentes à oxacilina, primeiro nos hospitais e, mais recentemente, na comunidade. A despeito dessas mudanças, continuam imprescindíveis o diagnóstico precoce, o suporte intensivo, a drenagem dos sítios de infecção e a terapêutica específica adequada, que deve incluir um antimicrobiano bactericida e um antimicrobiano que diminua a síntese de toxina. A utilização de imunoglobulina intravenosa também pode ser considerada.

Descritores: Choque séptico, Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes


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ISSN 0101-6067 (versão impressa

ISSN 1809-3019 (online)

 

 

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