Transplante de microbiota fecal no tratamento da síndrome do intestino irritável: uma revisão sistemática / Fecal microbiota transplant in the treatment of irritable bowel syndrome: a systematic review

Rafaella De Nadai, Carolina de Melo, Jéssica Peroni Custódio, Felipe Bertollo Ferreira, Ana Paula Hamer Sousa Clara, Livia Zardo Trindade, Fabiano Quarto Martins, Izabelle Venturini Signorelli

Resumo


Objetivo: Realizar levantamento da literatura científica, sobre a utilização de fitoterápicos na Atenção Primária à Saúde. Método: Realizou-se pesquisa bibliográfica nas bases de dados BVS (LILACS e BDENF), SciELO, Google Acadêmico (Leis, Portarias, teses) e em um livro no período de 2006 a 2015, referentes aos estudos envolvendo ações, programas, o uso de fitoterápicos e aceitação do uso de fitoterápicos na prática profissional na Atenção Primária a Saúde (APS). Os dados obtidos da consulta foram analisados através do instrumento da coleta de dados contendo: Nome do Autor (es), Nome da revista/ano, Resultados do (s) Autor (es) e Conclusões do (s) Autor (es). Resultados: aplicando os critérios de inclusão, foram selecionados apenas seis artigos originais. De acordo com estes estudos, o desconhecimento dos profissionais sobre fitoterápicos e a não capacitação na formação acadêmica foram as principais causas da não utilização de fitoterápicos na prática profissional. De acordo com os profissionais avaliados, há poucos estudos a cerca da eficácia dos fitoterápicos e isso induz o descrédito e preconceito dos profissionais, sendo essencial o incentivo em pesquisas envolvendo fitoterápicos. Além disso, o incentivo político ainda não é estruturado. A maior parte dos coordenadores e gestores desconhecem a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) e a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF), dificultando a inserção da fitoterapia na APS. Mesmo com dificuldades os profissionais se mostraram a favor da inserção da fitoterapia na APS. Considerações finais: a falta de conhecimento dos profissionais da área da saúde sobre plantas medicinais e a debilidade na divulgação e estruturação da PNPIC e PNPMF são os maiores desafios para a implantação ativa da fitoterapia nos serviços de saúde.

Descritores: Fitoterapia, Atenção primária à saúde, Plantas medicinais, Sistema Único de Saúde, Medicamentos fitoterápicos 


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DOI: https://doi.org/10.26432/1809-3019.2017.62.3.156

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