Prevenção e compreensão das doenças cardiovasculares na mulher: é questão de gênero?

Elizabeth Giunco Alexandre, Sônia Maria Rolim Rosa Lima, Tsutomu Aoki

Resumo


A partir da década de 90 a saúde feminina emergiu como um campo de conhecimento científico e de pesquisa em grande expansão, gerando importantes implicações para a prática clínica e para a formação médica. Até recentemente, as informações usadas na elaboração de diagnósticos clínicos em mulheres tinham como base estudos conduzidos em populações predominantemente masculinas, semelhante ao que ocorre na área de doenças cardiovasculares, pois se acreditava que eram doenças próprias do sexo masculino. A partir de 1994 o National Institutes of Health (NIH) introduziu política de inclusão de mulheres nos estudos de pesquisa envolvendo seres humanos, e só recentemente, houve esta garantia de inclusão.

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