A rosacea e seu manejo / Rosacea and its management

Nelson Guimarães Proença

Resumo


O que é Rosacea? Livros de texto tem encontrado alguma dificuldade para responder a essa pergunta, nem sempre fornecendo um conceito mais preciso. Por exemplo, transcrevemos a seguir o texto que consta da última edição de Rook’s, em Capítulo escrito por J Berth-Jones, da Universidade de Coventry, Inglaterra(1): “Rosacea é uma doença para a qual falta uma definição inteiramente satisfatória. É uma alteração crônica que afeta as convexidades faciais, e que é caracterizada por vermelhidão frequente, eritema persistente e telangiectasias, interpostos com episódios de inflamação, durante os quais pápulas e pústulas se tornam evidentes. Entretanto, nem todos estes aspectos estão sempre presentes”. Considero também interessante recordar o conceito emitido pelo “National Rosacea Expert Committee on The Classification and Staging of Rosacea”(2): “Os critérios diagnósticos incluem a presença, no centro da face, de um ou mais dos seguintes sinais: flushing, eritema não transitório, pápulas e pústulas, telangiectasias. Há variações individuais, tornando a rosacea uma entidade altamente heterogênea”. Meu conceito é o que se segue. Rosacea é uma alteração da rede capilar da face, a princípio somente vasomotora (flushing), e depois também proliferativa (telangiectásica), a qual se acrescenta uma foliculite, esta decorrente da formação de colônias de um comensal habitual do folículo pilossebáceo da face, o Demodex folliculorum (foliculite demodésica)

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